Odisseia Marítima

As acções do Homem têm consequências graves no nosso Planeta, às vezes centramo-nos nos problemas gerais como o aquecimento global e efeito de estufa esquecendo-nos dos impactos e consequências que estes têm. A acidificação dos oceanos é um problema com que nos devemos preocupar igualmente à desflorestação, poluição ambiental, destruição da camada de ozono. O Homem depende dos oceanos, não só como recurso alimentar mas também como fonte de novos medicamentos e descobertas.

O fundo dos oceanos é um local misterioso e em parte desconhecido, pode ser alvo das próximas descobertas científicas!

Daí a importância da preservação dos oceanos, a sua biodiversidade está dependente das nossas acções, veja como pode contribuir para um planeta melhor. Recicle, poupe energia eléctrica, não desperdice água, utilize transportes públicos, junte-se à Greenpeace e tente não ser indiferente na sociedade. Um pequeno gesto faz a diferença.

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Projecto Final

Nome do trabalho:

·     Odisseia Azul

Objectivos:

·        Contactar com o trabalho dos biólogos marinhos;

·        Interagir com o ambiente afectado e com os métodos de avaliação da acidez dos oceanos;

·        Explorar o problema da acidez dos oceanos, as suas causas e soluções;

·        Sensibilizar a comunidade para este problema.

Conteúdos a desenvolver:

·        Extinção da fauna marinha;

·        Efeitos do CO­­₂ no ambiente marinho;

·        pH dos oceanos;

·        Desequilíbrio dos ecossistemas;

·        Aquecimento global.

Modo de apresentação:

·        Documentário realizado pelo grupo;

·        Breve apresentação oral do trabalho.

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Proposta de trabalho 3º período

Projecto para biologia sobre o problema do aumento da acidez nos oceanos e os seus impactes ambientais, inspirámo-nos no artigo da National Geographic da edição de Abril. 

Ideias
  • Pequeno documentário
  • Filmar ecossistemas marinhos- máquina à prova de água (Tamariz e São Pedro)
  • Experiências com conchas
  • Observação/estudo de espécies presentes na praia
  • Contactar com biólogos
  • Fazer medições de ph, verificar a qualidade das águas
 

Madalena, Maria, Margarida e Filipa
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Agricultura Intensiva

O que é a agricultura intensiva?

  • A agricultura intensiva é um sistema de produção agrícola que faz uso intensivo dos meios de produção e na qual se produzem grandes quantidades de um único tipo de produto. Requer grande uso de combustível e outros produtos químicos, o que pode acarretar um alto impacto ambiental, pois não é utilizada a rotação da terra (desmate, queimada, plantio, esgotamento de solo, abandono e reinício do processo noutra área).
  • Por regra está associada ao uso abundante de pesticidas, herbicidas, fungicidas e adubos, bem como a tecnologias de rega e/ou de criação de condições artificiais de ambiente, como é o caso das estufas. Em alguns casos, a qualidade do solo é pouco determinante, pois grande parte de nutrientes é fornecida com adubos incorporados na água de rega.

  • Apesar de resultar em produtividades mais significativas do que os sistemas tradicionais, este tipo de agricultura pode resultar, a médio prazo, no empobrecimento absoluto do solo ou na sua contaminação com substâncias químicas indesejáveis, tendo como consequência o decréscimo progressivo das produções. A adição excessiva de adubos causa também problemas de qualidade da água nas linhas de água e albufeiras, e o uso exagerado de pesticidas diminui a biodiversidade, uma vez que mata quer as infestantes, quer os organismos (animais e plantas) que poderiam ser benéficos para as culturas agrícolas.Além disso, o carácter mono específico deste tipo de agricultura afecta, de forma drástica, a diversidade biológica, uma vez que se procura eliminar qualquer espécie animal ou vegetal que possa afectar as produções das culturas, o que resulta, muita vezes, na eliminação indirecta de muitas mais.

  • A agricultura intensiva pode levar, e leva na maioria dos casos à sobre exploração do terreno agrícola, algo que pode ser visível pela desflorestação, que consiste no desaparecimento de massas florestais, e cuja consequência é o desaparecimento de absorventes de dióxido de carbono, reduzindo-se a capacidade do meio ambiente em absorver as enormes quantidades deste causador do efeito estufa, e agravando o problema do aquecimento global. A sobre exploração reflecte-se também através da salinização dos solos, que é o processo de acumulação no solo de sais solúveis de sódio, de magnésio e/ou de cálcio e resulta na redução da fertilidade do solo, bem com a sua poluição.

 

 

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Horta biológica da escola

No dia 22 de Fevereiro surgiu na turma a ideia da realização de um projecto. Este consistia numa horta biológica na escola, que exigiu um trabalho intenso por parte dos alunos e da professora. A fase inicial do trabalho passou por:

  • limpar o terreno e remover as ervas daninhas;
  • sachar a terra;
  • regar o terreno;
  • delimitar a área de plantação.

Após todas estas tarefas, iniciou-se a plantação de vegetais, plantas aromáticas etc.

As espécies plantadas foram as seguintes:

  • Batata – Solanum tuberosum
  • Rabanetes – Raphanus sativus
  • AlfaceLactuca sativa
  • Couves – Brassica oleracea
  • Tomilho – Thymus vulgaris
  • Alecrim – Rosmarinus officinalis
  • Rúcula – Eruca sativa
  • Salsa – Petroselinum crispum
  • Coentros – Coriandrum sativum

Visitamos a horta semanalmente para regar e remover as ervas

Tomilho

Alecrim

O nosso grupo plantou estas duas ervas aromáticas, as quais ainda não cresceram. Na nossa opinião, devia-se ter feito uma melhor pesquisa acerca das plantas que se adaptariam melhor ao clima e ao terreno da escola. Devido à pouca experiência neste projecto nao obtivemos o sucesso esperado. Mas felicitamos aqueles grupos que atingiram os objectivos com sucesso.

Temos neste momento rabanetes, alfaces e couves!

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Agricultura biológica

Em que consiste?

 «A Agricultura Biológica é um sistema de produção holístico, que promove e melhora a saúde do ecossistema agrícola, ao fomentar a biodiversidade, os ciclos biológicos e a actividade biológica do solo. Privilegia o uso de boas práticas de gestão da exploração agrícola, em lugar do recurso a factores de produção externos, tendo em conta que os sistemas de produção devem ser adaptados às condições regionais. Isto é conseguido, sempre que possível, através do uso de métodos culturais, biológicos e mecânicos em detrimento da utilização de materiais sintéticos.»

Codex Alimentarius Comission, FAO/WHO, 1999

Ecológica:

Baseia-se na interacção dinâmica entre o solo, as plantas, os animais e os humanos, e num funcionamento do ecossistema agrário, recorrendo a práticas, tais como:

  • Rotações culturais,
  • Adubos verdes
  • Produtos/estratégias biológicas, contra pragas e doenças (sem comprometer a biodiversidade e equilíbrio do ecossistema)

Sustentável:

  • Permite manter e melhorar a fertilidade do solo a longo prazo, preservando os recursos naturais: solo, água e ar e minimizar todas as formas de poluição que possam resultar de práticas agrícolas;
  • Permite reciclar restos de origem vegetal ou animal de forma a devolver nutrientes à terra, minimizando deste modo o uso de recursos não-renováveis;
  • Permite depender de recursos renováveis em sistemas agrícolas organizados a nível local. Assim, exclui a quase totalidade dos produtos químicos de síntese como adubos, pesticidas, reguladores de crescimento e aditivos alimentares para animais.

Socialmente responsável

 

A Agricultura Biológica une os agricultores e os consumidores na responsabilidade de:

  • Produzir alimentos e fibras de forma ambiental, social e economicamente sã e sustentável;
  •  Preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais;
  • Permitir aos agricultores uma melhor valorização das suas produções e uma dignificação da sua profissão, bem como a possibilidade de permanecerem nas suas comunidades;
  • Garantir ao consumidor o direito à escolha, na medida em que os produtos de Agricultura Biológica não são irradiados nem geneticamente modificados (OGM), nem contêm resíduos resultantes da aplicação de pesticidas;
  • Garantir ao consumidor, no caso dos produtos animais, que estes são produzidos respeitando princípios éticos, necessidades e comportamento natural da espécie, em regime extensivo ou semi-intensivo; são alimentados de acordo com a sua fisiologia, com produtos sãos, de preferência provenientes da própria exploração.

http://www.agrobio.pt/agricultura_biologica.php

 

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História do Pão

Actividade laboratorial pão

História do Pão

 

            Quando estamos a comer um pão raramente nos lembramos que é um produto essencial à nossa alimentação que acompanhou quase toda a evolução do ser humano. A história do homem, desde o período neolítico até aos nossos dias, tem inúmeras referências à sua estreita relação com o pão.

            A preparação do pão iniciou-se quando se começaram a cultivar os cereais, cerca de sete mil anos a.C., na Ásia. Nesta altura era produzido pão ázimo (pão confeccionado sem a adição de fermento).

            O pão fermentado começou a ser produzido mais tarde

(oitocentos anos a.C.) no Egipto. Os Egípcios adicionavam líquido fermentado à massa do pão para a tornar leve e macia.

            Foram estes os primeiros a cozer pão em fornos. Até essa altura, o pão era confeccionado secando a massa ao sol ou então, cozendo-a sobre pedras quentes ou sob cinza.

            No Egipto, o pão era confeccionado de cevada ou espécies de trigo de qualidade inferior e era amassado com os pés. Os pães preparados com trigo de qualidade superior eram destinados apenas aos ricos. No Egipto, era também utilizado para pagar salários: um dia de trabalho valia três pães e dois cântaros de cerveja.

            Nessa época, os Judeus também fabricavam pão, mas não utilizavam fermento porque acreditavam que a fermentação era uma forma de putrefacção e impureza.

            Os Gregos aprenderam a fabricar pão levedado com os Egípcios mas, rapidamente, introduziram modificações na composição. Passaram a juntar gordura, leite ou queijo à receita original dos Egípcios. O processo de fabrico, nessa altura, efectuava-se de forma similar aos dias de hoje. Foram os Gregos que introduziram o pão na Europa.

            Os Romanos foram grandes consumidores de pão. O pão romano era feito em casa tendo passado, posteriormente, a ser fabricado em padarias públicas.

            Os Egípcios, Gregos e Romanos ofereciam animais, flores e massa de pão aos Deuses e aos mortos.

            Com a queda do Império Romano e da organização por ele imposta ao mundo, as padarias europeias desapareceram, e a maior parte da Europa voltou a fabricar o pão em casa. Por razões de comodidade voltou a ser produzido pão ázimo e achatado. Este alimento servia de acompanhamento a outros alimentos (carne e sopas). Nessa época, apenas os castelos e conventos possuíam padarias. Os métodos de fabrico de pães eram muito rudimentares mas apesar das limitações na produção, as corporações de padeiros já tinham alguma força.

            No século XVII, com a introdução dos processos inovadores de panificação, a França, tornou-se o centro de fabrico de pães de luxo. No entanto, nesse país, desde o século XII já era habitual o consumo de mais de vinte variedades de pães.

            Depois, o centro de excelência do fabrico de pão passou a ser em Viena, Áustria.

            A invenção de novos processos de moagem dos grãos de cereais para produção de farinha, contribuiu muito para a indústria panificadora.

Os grãos de trigo, inicialmente, eram triturados em moinhos de pedra manuais. Estes evoluíram para moinhos de pedra movidos por animais e depois para os movidos por água e, finalmente, pelos moinhos de vento.            Apenas em 1784 apareceram os moinhos movidos a vapor. Em 1881 ocorre a invenção dos cilindros, que muito incrementou a produção de pães.

            Recentemente, juntamente com a adaptação de novas técnicas de panificação, desenvolveram-se processos de cozedura mais avançados e estudou-se a combinação de uma série de novos ingredientes, para tornar o produto final mais adequado às exigências gastronómicas e às necessidades de uma dieta mais de acordo com os padrões actuais.

  

 Como funciona o fermento de padeiro?

 Ingredientes:

 Fermento de padeiro

Água morna (40/45°C)

2 Colheres de sopa de açúcar

1 Garrafa pequena de vidro

 

 Procedimento a seguir:

1º Colocar na garrafa: fermento de padeiro; água morna (40-45°C); 2 colheres de sopa de açúcar; colocar o balão (preparado previamente) a tapar o gargalo;

2º Agitar o frasco;

3º Esperar até encher o balão (pode imaginar-se que o balão é o glúten).

 

A história da sanduíche  

O 4º Conde de Sandwittch, ainda no século XVIII, em vez de enfrentar a preguiça de um jantar formal, ordenou o seu criado que fizesse “qualquer coisa” simples e rápida. Ele queria matar a fome sem abandonar o que estava a fazer – dizem que jogava cartas. Quase em pânico, o criado apanhou duas fatias de pão e enfiou entre elas um naco de presunto. O Conde nunca mais jantou – só comeu sanduíches. De lá para cá, as pessoas ficaram muito mais ocupadas que o nobre inglês e a invenção do criado tornou-se uma mania universal. Atraente devido ao seu visual simples, o sanduíche viu passar dois séculos, incorporando à sua fórmula básica tudo o que se possa imaginar de comestível.

 

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